segunda-feira, 5 de junho de 2017

SENSEI CICERO MELO REALIZA EXAME DE FAIXA DE NINJUTSU DIA 24/06/17 NA HOSHO RYU NINPO

CONVOCAÇÃO OFICIAL PARA EXAME DE FAIXA COM O SENSEI CÍCERO MELO NA SEDE DA HOSHO RYU NINPO COM APOIO DA DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NINJUTSU E GOSHIN JUTSU. 




domingo, 26 de fevereiro de 2017

SENSEI CÍCERO MELO VÍDEOS DE NINJUTSU









www.hoshoryuninpo.com
www.goshinjutsu.com.br

VÍDEO PROMOCIONAL DA ABNG COM O SENSEI CÍCERO MELO

SENSEI CÍCERO MELO É PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NINJUTSU E GOSHIN JUTSU E DIVULGA VÍDEO PROMOCIONAL DESTA IMPORTANTE ENTIDADE NO BRASIL. 



A ABNG - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NINJUTSU E GOSHIN JUTSU É UMA ENTIDADE DE CLASSE E SEM FINS LUCRATIVOS DEDICADA AO DESENVOLVIMENTO DA ARTE MARCIAL NO BRASIL.

SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG

FOI FUNDADA EM 25 DE MARÇO DE 2015 POR PROFISSIONAIS RENOMADOS MOVIDOS PELO SENTIMENTO DE UNIÃO, RESPEITO E PRESERVAÇÃO DA CULTURA MILENAR NINJA EM TODAS AS SUAS DIMENSÕES.

SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG

TRATA-SE DE UMA ENTIDADE ABERTA AS TRADIÇÕES ANTIGAS (KORYŪ ) E MODERNAS (GENDAI BUDO代武道 ) E CONTA COM O APOIO DE IMPORTANTES MESTRES E AMIGOS.

SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG
SENSEI CÍCERO MELO - PRESIDENTE DA ABNG
REALIZA SEMINÁRIOS TÉCNICOS, ENCONTROS DE NINJUTSU E GOSHIN JUTSU, EXAMES DE GRADUAÇÃO E INTERCÂMBIO ENTRE AS MAIS DIVERSAS RYUHA. 

SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG

O OBJETIVO É FORTALECER E TORNAR A ARTE ACESSÍVEL PARA TODOS. VALORIZAR OS PROFISSIONAIS E DAR CREDIBILIDADE AO SEU IMPORTANTE TRABALHO. 

SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG

SE VOCÊ É PRATICANTE DE NINJUTSU OU GOSHIN JUTSU JUNTE-SE A NOSSA ASSOCIAÇÃO. REGULARIZE SUA ESCOLA, CADASTRE SUA CERTIFICAÇÃO E TENHA O RECONHECIMENTO QUE MERECE PARA O SEU ENSINO.

SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG


SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG


SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG


SENSEI CÍCERO MELO - HOSHO RYU NINPO - ABNG
GRANDE MESTRE SENSEI CÍCERO MELO
 



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Frequências Cerebrais - Introdução à Meditação

FREQUÊNCIAS CEREBRAIS


O ninja, por muitas vezes, necessida acessar outros estados de consciência para ter um controle maior sobre a própria mente, sobre o ambiente em sua volta, e até sobre seus oponentes. Para isso, é fundamental entender como as frequências cerebrais funcionam, e como criar um estado mental mais favorável para ampliação da consciência.
Devemos aprender a entrar em estados alterados de consciência, também, de modo natural, com aumento da energia, mantendo-nos plenamente conscientes, lúcidos, exercendo nosso autocontrole, pois, somente dessa forma, eliminaremos as doenças, as drogas, os vícios e os problemas de nossas vidas. Para entrarmos em estado alterado de consciência precisamos entender como funciona nosso cérebro e suas freqüências: beta, alfa, teta e delta.

As ondas cerebrais são formas de ondas eletromagnéticas produzidas pela atividade elétrica das células cerebrais. Elas podem ser medidas através de aparelhos eletrônicos como o eletroencefalograma. As freqüências dessas ondas elétricas são medidas em ciclos por segundo. As ondas cerebrais mudam de freqüência baseando-se na atividade elétrica dos neurônios e estão relacionadas com a mudança dos estados de consciência (concentração, relaxamento, meditação, etc.).


FREQUÊNCIA BETA

Nesta freqüência estamos bem despertos e em alertas. A mente está concentrada e preparada para a execução de trabalhos que requerem atenção. No estado beta os neurônios transmitem as informações rapidamente, permitindo-nos atingir altos estados de concentração, percebendo o mundo físico através dos nossos sentidos. Tudo o que é ligado à lógica, ao raciocínio, ao pensamento, isto é, a uma atividade mental, corresponde a esse nível que é o da consciência do mundo material percebida através dos nossos cinco sentidos.

As ondas betas ajudam nos estudos, na prática de esportes, ou seja, atuam na análise e na organização de informações onde a concentração mental é necessária para um bom desempenho. A faixa de ondas beta está entre 21 e 14 ciclos por segundo. O estado beta está associado à concentração, atenção e formação de novas cognições.

FREQUÊNCIA ALFA

As ondas vibratórias emitidas pelo cérebro em estado alfa estão abaixo de 14 ciclos/segundo. Fisicamente a pessoa está de olhos fechados, com os sentidos parcialmente adormecidos, num estado de descontração e relaxamento profundo que corresponde ao pré-sono ou adormecimento.

Após muita prática consegue-se chegar a esse nível de olhos abertos. As ondas alfa são comuns antes do sono profundo e um pouco antes de acordarmos totalmente; é o estado que Jung chamou de estado “hipnagógico”; corresponde ao que chamamos ”estado de consciência superior”, pois a pessoa ultrapassa a barreira mental e entra num estado de percepção extra-sensorial, tendo pensamentos intuitivos e criativos. 

Podemos entrar nesse estado através de relaxamentos, pois quando aprofundamos a atividade cerebral, baixamos do estado beta para as ondas alfa que são mais lentas. A nossa consciência se expande. Flui energia criativa e desaparece a ansiedade, aparecendo uma sensação de paz e bem-estar.

As ondas alfa são excelentes para a solução de problemas, para memorização, relaxamento e para a prática de visualização com o objetivo de melhorarmos nossos desempenhos em todas as áreas de nossas vidas (visualização criativa ou tela mental). Nesse estado alterado de consciência temos mais acesso às nossas capacidades chamadas de paranormais. 

Ao funcionarmos nesse nível de consciência abrimos uma porta para estados de consciência mais profundos onde “todos somos um” (UNICIDADE). Nesse estado de consciência, quando chegamos à ciclagem 10.5 ciclos por segundo, atingimos a Schumann Resonance – a freqüência do campo eletromagnético da Terra. Nessa freqüência consegue-se a telepatia, premonição, retrocognição, etc…

FREQUÊNCIA TETA

Se aprofundarmos o nível alfa abaixo de 7 ciclos por segundo chegaremos, com a prática de exercícios de relaxamento, ao nível teta onde ocorre inclusive a cura do corpo físico. 

No nível teta nossa atividade cerebral baixa quase ao nível do sono; é quando temos a sensação de estarmos caindo ou misturamos com o que acontece naquele momento na vida real (sons que ouvimos no ambiente), isto é, misturamos a realidade que ouvimos com os sonhos. 

Teta é o estado cerebral onde aumentamos a capacidade mental. É nesse estado de consciência que aparecem os flashes do nosso inconsciente e o acesso às memórias esquecidas.

Pode-se sentir a mente se expandir além dos limites do corpo. Portanto, teta é o estado ideal para a cura e também para a aprendizagem. Sabemos que a consolidação do que aprendemos durante o dia acontece quando dormimos. Também em teta podemos nos livrar de condicionamentos indesejados; é neste estado que ao sonharmos nos lembramos do sonho ao acordarmos. 

Também abrimos o inconsciente e podemos reviver cenas que causaram traumas no passado e nos curarmos das seqüelas que foram deixadas por eles. Nessa frequência cerebral aumentamos a criatividade, por isso surgiram os inventos de Henry Ford, Thomas Edison, etc… Conta-se que Thomas Edison adormecia levemente em cima de seus experimentos e despertava com as soluções. 

A freqüência de ondas teta está abaixo de 7 ciclos por segundo. Recebemos informações para além do nosso estado normal de consciência, ativando estados mentais extra-sensoriais; intuição, criatividade.

FREQUÊNCIA DELTA

Estado inconsciente. Ondas cerebrais abaixo de 4 ciclos por segundo. Ainda se conhece pouco o que ocorre nesse nível.

A pessoa está de olhos fechados, inconsciente e com todos os sentidos adormecidos. O corpo está apenas na sua função automática e a pessoa se encontra insensível à dor. Corresponde ao estado de hipnose profunda. Os sentidos estão completamente adormecidos e a pessoa está totalmente inconsciente. Corresponde a um estado de coma profundo, de sono profundo ou de anestesia geral.

Delta é a mais baixa de todas as freqüências de ondas cerebrais. É em Delta que liberamos o hormônio do crescimento humano (GH), que é liberado se não fizermos nenhuma alimentação pesada 5 horas antes de dormir. No início de nossas vidas esse hormônio (GH) é usado pelo nosso organismo para o crescimento; quando cessa o crescimento nosso organismo o usa para nos manter jovens. Essa liberação é benéfica, pois beneficia a cura e a regeneração celular.

CONCLUSÃO
Podemos, através do relaxamento/meditação e das plantas de poder, atingirmos as ondas alfa e teta e fazermos a diferença nas nossas vidas. 

Quando praticamos o relaxamento, o nível da atividade cerebral se torna mais lento, produzindo ondas alfa. Nesse estágio, a pessoa se torna calma, tranqüila, em paz e em harmonia, pois quanto mais profundo é o relaxamento, mais lenta é a atividade cerebral e mais a consciência se abre. 

Através dessa prática podemos programar nossos sonhos e através dos sonhos, a consciência nos coloca em contato com mensagens e ensinamentos vindos de nossos antepassados. Ao nos conectarmos com nosso eu mais profundo desligamo-nos das solicitações externas e reabastecemo-nos das energias da consciência superior, descobrindo, dessa forma, nossos potenciais internos, capacidades nunca antes imaginadas, que se manifestam à medida que avançamos em nossa caminhada interior.

NINJUTSU NO HAJIME (Origem do Ninjtusu)

Quando falamos de Ninja, a imagem do misterioso assassino de preto que desaparece na fumaça é o que vem em mente. Isso não tem nada a ver com a realidade do estudo do Ninjutsu, ou "Ninpo". Ninpo é uma arte marcial tradicional japonesa que tem uma história rica de mais de 10 séculos.  Na época do Japão feudal a classe de guerreiros que dominava o Japão era chamada de Samurai. Eles controlavam a terra e seus moradores, numa espécie de feudalismo oriental. O lorde era o Daymio, a única pessoa a quem os samurais deviam respeito e obediência. Um Ninja não servia a nenhum samurai ou Daymio. 

Essa categoria de guerreiros vivia nas regiões montanhosas de Iga e Koga. Eram treinados em diferentes artes de guerra, desde modalidades de luta a conhecimentos teóricos sobre clima, passando por técnicas de deslocamento, camuflagem, luta desarmada, armada, pressão de pontos vitais, técnicas especiais de fuga, caminhar silenciosamente, escalada de obstáculos, luta na água, envenenamento.

Existem muitas histórias sobre como o treino dos ninja os teria levado a um nível de controle de corpo e mente muito acima das outras pessoas, mas tais histórias são muito místicas, provavelmente lendas criadas e difundidas pelos próprios Ninja, para atemorizar seus adversários. O certo é que seu treinamento intenso proporcionava excelente condicionamento físico e mental, além de um excepcional grau de prontidão e aguçamento dos sentidos.

Também havia mulheres ninja, denominadas Kunoichi, que acrescentavam ao seu arsenal a arte da sedução, pois, além de seu treinamento normal junto com seus companheiros do sexo masculino, também recebiam treinamento especial na arte da sedução, na arte da elaboração e aplicação de venenos e usavam o Tesen (leque) com lâminas de metal. Atuavam combatendo ou seduzindo homens de alto poder político para obter, com maior facilidade, as informações secretas de que precisavam.

Há, todavia, uma certeza sobre a arte do Ninja: seu desenvolvimento não se deu da mesma maneira que as outras artes marciais. Deu-se de forma gradual, com absorção e mistura de vários traços culturais. Estratégias militares, filosofias religiosas, folclore, conceitos culturais. Os guerreiros Ninja não adotavam para si mesmos tal rótulo, conservando-se ocultos o máximo possível. Espalhados longe da corte do Imperador na capital, os ancestrais culturais dos ninja viviam suas vidas como naturalistas e místicos, enquanto a maior parte da sociedade se tornava cada vez mais estruturada, classificada, estilizada e, por fim, fortemente controlada.

Acredita-se que o Ninjutsu foi provavelmente desenvolvido entre o século X e XIV, com a chegada de um expressivo número de imigrantes e de Samurai foragidos, cujos exércitos foram derrotados em batalhas, que procuraram refúgio nas selvas das remotas montanhas das regiões japonesas de 伊賀 Iga e 甲賀 Kôga, berço desses guerreiros. Esse isolamento auto-imposto permitiu que esses grupos desenvolvessem técnicas de combate e outras artes, longe dos olhos curiosos, originando assim a arte do 忍び Shinobi. Lembrando que não existia apenas um Clã de Ninjutsu, existiam pelo menos 53 famílias só na região de Koga, então é muito errado dizer que só existia apenas um Clã verdadeiro de Ninjutsu.

Durante séculos o Ninjutsu foi praticado em segredo. Quando o Japão chegou à era moderna e o shogunato entrou em colapso, muitos guerreiros ninja passaram a trabalhar nos serviços secretos do Japão - o que ajudou a manter boa parte do segredo sobre essa arte marcial. 


Etimologia

O caractere principal nin () é composto por 2 grandes caracteres. O caractere superior ha () significa "fio da espada", e o caractere inferior kokoro () significa "coração" ou "alma". O caractere  significa "espada" ou "lâmina". Juntos, eles significam “Suportar uma lâmina no coração”, "furtivamente", "secretamente", "treinamento" e "perseverança". Jutsu () significa "arte" ou "técnica".  () significa "conhecimento" e "princípios" quando encontrado com o prefixo nin que carrega o significado da arte ninja, ordem máxima do Ninjutsu. A visão popular é que Ninjutsu significa apenas "segredo" e "invisibilidade". No entanto, os praticantes dessa arte utilizam-no para suportar todas as dificuldades da vida.


 Até hoje o Ninjutsu é passado e expandido pelo mundo, não com intuito específico da guerra, mas também como modo de vida, comportamento, visão do mundo, formação de caráter. Levando o real significado Nin para a vida; resistência, paciência, determinação, perseverança.

Melhorar o ser humano através da cultura e filosofia da milenar Arte Marcial Ninja. Preparar e capacitar nossos discípulos a defenderem sua integridade física, honra e família. Essa é a missão da Hosho Ryu Ninpo escola de Artes Marciais descendente da família Koga Ryu Ninjutsu, Kyoto Ryu Ninjutsu e Daito Ryu Aikijujutsu, especializada na prática, cultura e tradição da milenar Arte Marcial Ninja e Goshin Jutsu (Defesa Pessoal).

ONODA HIRO - NINJUTSU NA 2º GUERRA MUNDIAL.

O uso do Ninjutsu como forma de espionagem pelo estado japonês só reaparece nos eventos ocorridos um pouco antes e durante a IIª Guerra Mundial. No ano de 1926 faleceu o imperador Taisho e subiu ao trono o príncipe Hiroito. Com isso cresceram os movimentos conservadores e militares dentro da politica japonesa.
Em setembro de 1931, forças Ninja pertencentes ao exército imperial mandaram pelos ares a ferrovia Sul – Manchuriana, na China. Foi o inicio do incidente japonês com os chineses que culminou com a invasão da China pelos japoneses imperialistas.

O incidente atingiu maiores proporções no ano de 1937, quando a invasão japonesa chega até as portas de Pequim, forçando o então governante o General Chang Kai Chec a bater em retirada para as províncias afastadas.
A atividade Ninja nesta época era intensa. Muitos mestres de Ninjutsu participaram das campanhas na China, normalmente como espiões e guarda-costas de autoridades chinesas e japonesas. As informações obtidas pelos espiões versavam sobre o material bélico inimigo, local de provisões e reabastecimentos, movimentação de tropas entre outros. Em 1941, o Japão efetua o ataque à esquadra americana em Pearl Harbor e é declarada a guerra entre o Japão e o Estados Unidos.


Durante o inicio da IIª Guerra Mundial, alguns historiadores relatam que Seiko Fujita teria treinado um batalhão de guerreiros Ninja de mais de 2.500 homens que efetuavam uma guerra de guerrilhas na selva de Burma e no Pacífico Sul. Sua missão era obter informações sobre o inimigo, matar o máximo de homens possíveis e sabotar os preparativos para invasões. Depois de 04 anos de guerra, somente 14 homens deste batalhão retornaram com vida.
Um emprego do ninjutsu durante a guerra é revelado na pessoa de Onoda Hiro. Nascido em Wakayama em 1922, praticou Kenjutsu quando jovem, alcançando o Chuden Menkyo. Em 1942 foi convocado pelo exército e serviu inicialmente no 61º Regimento de infantaria de Wakayama. Tendo demonstrado grande aptidão marcial, foi enviado para escola de espionagem de Nakano, onde estudou o Ninjutsu, aprendeu a estratégia marcial tendo como base o Bansenshukai, além de outras disciplinas como psicologia, sociologia, criminologia, eletrônica, criptografia e bacteriologia, entre outros assuntos.

Foi em dezembro de 1944 que o Tenente Onoda foi enviado com seu grupo ao Quartel General Japonês nas Filipinas. Ali o seu grupo recebeu as seguintes ordens: Estabelecer uma base na Ilha de Lupang para atividades de inteligência e resistência. Comandar a partir dali ações de guerrilha contra o inimigo que se aproximava, fazendo infiltrações nas ilhas próximas, se necessário. Manter a base operacional, mesmo na ausência de contato com o alto comando japonês.

Assim, estabelecido seu posto, o grupo do Tenente Onoda iniciou suas atividades de resistência, enfrentando o inimigo sempre que este aparecia. Em agosto de 1945 o Japão se rendeu e muitos soldados japoneses das ilhas do Pacífico começaram a voltar para casa. Não foi o caso do grupo do Tenente Onoda que permaneceu na ilha, não acreditando que a guerra havia acabado.
Eles consideravam as transmissões de rádio informando o fim da guerra como propaganda do inimigo, com o objetivo de localizá-los e destruí-los. Permaneceram na ilha por 30 anos, obedecendo pacientemente às ordens recebidas, porque sua missão era a de nunca abandonarem os seus postos.


Um dos integrantes do grupo, de nome Akatsu, em 1949 decidiu se render e saiu da selva. Interrogado pelas autoridades Filipinas e Japonesas, informou que havia ainda três soldados do grupo original ainda vivo, entre eles o Tenente Onoda.

Em 1952 um repórter do Jornal Asahi Shinbun de nome Tsuji Yutaka resolveu entrar na selva e procurar o grupo. Usando de um megafone, peregrinou sem sucesso durante dias gritando que a guerra havia acabado e que eles deviam sair da selva. Todas as tentativas falharam. Em 1972 as forças Filipinas decidiram adentrar na selva e retirá-los à força se preciso. Muitos soldados Filipinos foram mortos, até que conseguiram abater dois soldados japoneses do grupo do Tenente Onoda. Este, determinado, nunca se entregou. Em 1973 o governo japonês decidiu enviar uma delegação composta por seu pai e seu irmão para procurá-los e tirá-lo da selva, jogando panfletos com uma carta escrita e assinada. Ele ainda acreditava que tudo não passava de um truque inimigo para eliminá-lo.

No ano de 1974 um turista japonês de nome Suzuki foi surpreendido na praia por um soldado que saindo dentre as árvores perguntou se ele havia sido enviado pelo governo japonês. O turista respondeu que ele estava somente de férias e que a guerra havia acabado há quase 30 anos. Ele perguntou se Hiro Onoda desejava voltar ao Japão com ele. A resposta foi clara: - Não posso, estou compromissado com minhas ordens. Eu devo receber uma ordem oficial e formal para desobrigar-me do meu dever.”


O governo japonês então conseguiu localizar o comandante Taniguchi, que havia sido um dos responsáveis pelo quartel japonês nas Filipinas durante a guerra, e o enviou para a Ilha de Lupang com o objetivo de destituir Hiro Onoda de sua missão. Encontrando-o na selva determinou que este se rendesse, dizendo-lhe que sua missão havia sido magistralmente cumprida, o que foi aceito pelo bravo guerreiro. Entregou sua espada então a o presidente das Filipinas, Ferdinando Marcos, que a recebeu como um presente.

Hiro Onoda foi recebido no Japão em 12 de março de 1974, recepcionado com honra pelo Primeiro Ministro do governo japonês. Antes de participar de uma reunião com o imperador e seu ministro, decidiu comparecer as tumbas de seus companheiros que haviam perecido na selva. Ele foi agraciado pelo governo japonês com um prêmio de 1 milhão de yens.

Usando este recurso, Hiro Onoda imigrou para o Brasil, tendo adquirido uma fazenda no centro-oeste brasileiro. Durante 10 anos trabalhou muito, conseguindo recuperar todo o dinheiro e devolvido integralmente ao governo japonês, que o doou ao Templo Yasukuni, em homenagem a todos os que combateram durante a guerra. Assim, Hiro Onoda é um grande exemplo não somente do Ninjutsu, mas principalmente do caráter de um verdadeiro artista marcial, fiel aos seus princípios e determinações.

Com o fim da IIª Guerra Mundial, as atividades ninja novamente diluíram-se nas sombras e só ressurgiram novamente sob uma nova ótica, uma forma de utilização e objetivo voltada não mais para a guerra, mas para o desenvolvimento pessoal e manutenção das tradições marciais do Japão.

  • Referência Bibliográfica:
    Müller R. Ninjutsu. A ARTE DA GUERRA DAS SOMBRAS. São Paulo: Ed. Daemon; 2006. P 69 – 72.

GUERREIROS SAMURAI

Os Samurai ou bushi foram guerreiros do antigo Japão feudal.
A palavra samurai significa "servir e seguir o senhor". 


Os samurais eram grandes lutadores de mãos vazias (o jiu jitsu contemporâneo foi desenvolvido por samurais), bons cavaleiros e usavam diversas armas como arco e flecha e lanças, mas a mais famosa e símbolo do samurai é a espada.


De todas as armas produzidas pelo homem, nenhuma supera a espada japonesa quando são analisados critérios artísticos, espirituais e práticos. O katana (a espada japonesa) é o mais nobre instrumento dos guerreiros e só podia ser manejada por um samurai


Os guerreiros também carregavam outra espada de tamanho menor, a wakizashi. Elas ficavam presas à cintura, do lado esquerdo do corpo, com o corte virado para cima. O par de espadas se chama daisho - uma com 60 a 90 cm de comprimento (katana) e a outra de 30 a 60 cm (wakizaki). 


A simbologia do katana é que a bainha representa o corpo físico, templo protetor, enquanto a lâmina, o espírito poderoso que quando utilizado com sabedoria realiza atos incríveis.

 Eles seguiam um código de ética e conduta que era passado verbalmente de pai para filho. O Bushido (caminho do guerreiro) é fortemente influenciado pelo Budismo, Shintoísmo e Confucionismo, e enfatiza conceitos como lealdade ao seu mestre, auto-disciplina, respeito e comportamento ético.




 No século X, os samurais ganharam importância. Já o século XIX marca o declínio e o desaparecimento dos samurais.

Inicialmente, a economia do Japão feudal era baseada na agricultura. Os daimyo (senhores feudais) faziam parte da mais alta classe abaixo apenas da nobreza e detinham grande parte das terras nipônicas. Os samurais, que formavam a classe militar ou guerreira, eram contratados para proteger os feudos e osdaimyo. Eles trabalhavam com total lealdade e empenho, e em troca recebiam privilégios, terras e pagamentos.

No Período Heian (794-1185), a contratação de guerreiros particulares para proteger as grandes propriedades de terra virou prática comum. Os samuraistornaram-se respeitados e influentes. No final deste período, os samurais, divididos entre dois clãs militares Minamoto e Taira, lutavam pelo controle do Japão. Em 1185, os Taira foram derrotados e Minamoto Yoritomo tornou-se o primeiro samurai shogun (comandante chefe das forças militares). O shogunato comandado por samurais permaneceu por cerca de sete séculos, com início em 1192 e término em 1868.

Periodos (Bakufo):

1 - O período Kamakura (1192 a 1333), durante 141 anos, sob o comando dos generais Minamoto Yoritomo, Takatoki Hojo e outros.

 2 - No período Muromachi (1338 a 1573), durante 235 anos, com vários sucessores, sob o comando do Ashikaga Bakufu, grupo de guerreiroAshikaga, mais os generais Ashikaga Takuji, Ashikaga Yoshimitsu, Oda NobunagaToyotomi Hideyoshi e outros.

 3 - O período Edo que dura 265 anos (1603 a 1868), comandado pelos sucessores da linhagem Tokugawa.

 A administração criada pelos samurais de Tokugawa atinge o máximo grau de eficiência. Os samurais, além de serem guerreiros, têm várias outras funções: administradores públicos, funcionários públicos dos governos central e regionais.

Em 1853, o Comodoro norte-americano Matthew C. Perry, chega no Japão. Ele retorna no ano seguinte e convence os Tokugawa a firmar um tratado de amizade e começar um intercâmbio com outros paises. No mesmo ano, são feitos outros tratados com a Rússia, Inglaterra e países baixos no. É o inicio do intercâmbio econômico e cultural entre o Japão e outros paises e conseqüentemente término dos samurai.


  • Referência Bibliográfica:
  • Aliança Cultural Brasil Japão
  • Citado em 25.10.10
  • Disponível em http://www.acbj.com.br/japao-a-z-interna.aspx?japao=166

O maravilhoso templo Kinkakuji - Pavilhão Dourado - Japan




Uma das maiores atrações turísticas do Japão é o Kinkakuji, o templo de Ouro, é mais visitado e mais belo dos templos que visitei, é a construção mais imponente de Kyoto, daquelas que você precisa ver uma vez na vida, para nunca mais esquecer.
Construído pelo grande Xogum Ashikaga Yomishimitsu, durante a Era Muromachi, ele é o esplendor de uma época, conhecida como a de Ouro, as antigas instalações datavam do ano 1200, mas com a compra da propriedade por Yomishimtsu tomou a forma final que conhecemos hoje.


A glória daquela época foi talhada em grandes e imponentes construções a finalização do Kinkakuhi foi por volta de 1397, àquela construção que seria a moradia do grande Xogum, se transformou no mais importante templo Zen-budista do Japão. Todo folheado a ouro ele virou a casa de Budda.

A construção foi várias vezes incendiada, em particular nas Guerras Onin, foi definitivamente reconstruído em 1950, porém em 1955 sofreu novo ataque de um monge que tentou queimar o templo, a imagem de Yomishimitsu foi parcialmente destruída neste ataque, sendo restaurada depois.


Quem o visita jamais esquecerá as alamedas que lhe dão acesso, fortemente protegida pela polícia japonesa, coisa raríssima em qualquer parte do país, é a primeira coisa que se nota, você vai se aproximando e o coração dispara, o sol bate no templo e resplandece, encandeia, é um espetáculo sensacional, ninguém pode atravessar o lago que dar acesso ao templo.

CONHEÇA O KINKAKUJI NO BRASIL



Para quem não tem condições de ir ao Japão para conhecer o Kinkakuji original, pode visitar o modelo brasileiro.

Informações abaixo:

Festival

Todos os anos, no mês de agosto, é celebrado no local o festival primavera-verão: há danças, lutas, massagens, pintura e comidas típicas japonesas.

Como chegar:

Saíndo da cidade de São Paulo, pegue a Francisco Morato (posteriormente, Rodovia Regis Bittencourt, BR 101) até a saída 285 (a placa diz: "Itapecerica - Santo Amaro - Retorno"), que leva ao centro de Itapecerica. De carro, respeitando os limites de velocidade, demora-se aproximadamente 60 minutos para chegar até a saída, desde a Marginal Pinheiros.
De lá até o local a sinalização é boa, exceto na Praça João Pessoa, onde a placa para virar na rua Major Telles é de difícil visualização.

Serviço:

O Kinkaku-ji está aberto diariamente, das 9h até as 17h30. O ingresso custa R$ 5,00 (crianças até 5 anos não pagam).

Rua Camarão, 220 (Chácara Palmeiras)
Itapecerica de Serra
Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4666-4895

SENSEI CICERO MELO ENSINA TÉCNICAS DE GOSHIN JUTSU E DEFESA PESSOAL

AS AULAS DE GOSHIN JUTSU MINISTRADAS PELO SENSEI CICERO MELO ENVOLVEM TÉCNICAS DE DEFESA PESSOAL, IMOBILIZAÇÕES, CHAVE DE BRAÇOS E PERNA, DESARMAMENTO DE FACA, ARREMESSOS, TREINO DE CONDICIONAMENTO FÍSICO, ALÉM DE CURSOS ESPECIAIS COM BASTÃO RETRÁTIL.

GOSHIN JUTSU É UM SISTEMA COMPLETO DE DEFESA PESSOAL EXTRAÍDO DA MILENAR ARTE MARCIAL NINJA QUE ENVOLVE TÉCNICAS FUNDAMENTAIS PARA QUE QUALQUER PESSOA POSSA SE DEFENDER SOZINHA COM TOTAL SEGURANÇA E PRATICIDADE. 

SENSEI CICERO MELO - GOSHIN JUTSU - NINJUTSU

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CONHEÇA MAIS SOBRE GOSHIN JUTSU EM NOSSA PÁGINA:
www.goshinjutsu.com.br

Hosho Ryu Ninpo
Rua da Mooca, 2934 - Mooca - SP
Fone: (11) 2604-2216

Sensei Cícero Melo